quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

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ISRAEL, EGITO, HUNGRIA E POLÔNIA - Relato de Viagem

1° Dia (Guarulhos)
Começa aqui o diário de viagem, Israel, Egito, Hungria e Polônia. A única coisa que fiz hoje foi ir "enlatado" no vôo 1927 da GOL para Guarulhos, agora basta esperar o vôo da Ethiopian Airlines para Adis Ababa na Etiópia e por fim Tel Aviv, a decolagem a 01h15 com chegada prevista para quarta-feira as 02h40.

2° Dia (Viagem até Tel Aviv)
No apertado 404 da Ethiopian Airlines chegando a Tel Aviv, 3 vôos somando 17h de vôo
Depois de muito ar, chego a capital de Israel. Na imigração tudo sem problemas ou perguntas extras. O serviço da Ethiopian é bom mas as comissárias precisam melhorar bastante em muitos aspectos, cansativo e apertado, é o preço que se paga infelizmente.

3° Dia (Tel Aviv)
Porque cachorro quente aqui em Israel é com vários tipos de salsichas
Finalmente depois de muitas horas a capital de Israel se apresenta como uma bela cidade, limpa, organizada, plana, porém com preços altos se comparados ao Brasil, aqui é o ponto de partida para os destinos e local de retorno para casa, existem alguns pontos turísticos com Old Jaffa and Neve Tzedek, amanhã é dia de ir para Jerusalém.

4° Dia (Jerusalém)
Muro das Lamentações e Monte do Templo, lugares sagrados de muita religião
Hoje foi o quarto dia e já com lugares sagrados de grande importância, Jerusalém é uma cidade organizada, limpa e claro com muitas religiões mistura, fui a cidade antiga fazendo a Via Dolorosa e suas estações, até chegar a Igreja do Santo Sepulcro, Muro das Lamentações e um volta do que existe em volta da cidade antiga. Esta difícil para achar um arroz com batata, por enquanto me viro com falafel que é um bolinho de carne misturado com saladas e pão, amanhã é dia de conhecer o Mar Morto e seguir até o sul em Eilat, sexta-feira após as 14h até sábado as 17h tudo para em Israel devido ao Shabat, o dia de descanso para o judaísmo.

5° Dia (Mar Morto e Eilat)
Aqui em Israel se chega na praia assim
Hoje foi um dia de provar todo o sal do Mar Morto, boiar feito aquilo que você esta pensando, voltar para Jerusalém e seguir ao sul do país, a bela cidade de Eilat e todos seus hotéis requintados e lugares dignos para causar inveja aos amantes dos Estados Unidos, amanhã será dia de curtir a cidade durante o dia.

6° Dia (Eilat)
Vida marinha no The Underwater Observatory Marine Park em Eilat
Hoje foi dia para sair durante o dia em Eilat, muito passeios bem caros, como praticamente tudo em Israel, nadar com golfinhos fica para uma próxima, o valor de R$260 desanima. A cidade mesmo de dia é muito bonito com água cristalina em vários lugares do mar vermelho. Já a entrada para o Egito não deu muito certo, fui barrado na entrada de Taba devido a falta de visto para a cidade do Cairo, sem problemas, amanhã vou ao consulado resolver esta situação pois imprevistos acontecem e estou preparado para isto, eu só falo uma coisa... preciso comer arroz com feijão!

7° Dia (Eilat e Sharm el Sheikh)
Saindo de Taba para Sharm el Sheikh, o Mar Vermelho
Hoje foi o primeiro dia da saga para tentar chegar em Cairo, com o visto digamos negado decidi ir para o monte sinai ver o que acontece, desta vez cruzei a fronteira sem qualquer problema e o ônibus seguiu de Taba para Sharm el Sheikh normalmente. Chegando no Egito os preços são muito mais baratos, refrigerante gelado por R$1,16, mesmo com o visto em mãos dificilmente vou ao Cairo e as pirâmides, questão pessoal. Amanhã conto o que aconteceu.

8° Dia (Sharm el Sheikh)
Para não ficar com tudo perdido, segue uma belezura de imagem no Mar Vermelho
Hoje ficou decidido que não vou continuar pelo Egito, portanto nada de pirâmides, camelos e coisas baratas. O que aconteceu afinal de contas, o visto que tenho só vale para a região do Monte Sinai e não para Cairo, Gizé e Alexandria. Para conseguir o visto necessário não é difícil e tem um custo de $65 Dólares, basta ir no aeroporto daqui e pronto, na fronteira de Taba falei que iria apenas para Sharm el Sheikh e juntando com os motivos, inseguraça em Cairo, opinião de quem entende do assunto e esta zona de bandidos que é o Egito vou quem sabe um dia eu volte a região.
Amanhã cedo preciso retornar a Taba e começar fazer o caminho inverso para Eilat, Jerusalém e chegar ao Norte, Haifa, Acre e Tibérias. Não é muito fácil desistir de algo assim, depois de tanto planejamento e sonho para conhecer o Egito, infelizmente nem tudo são flores em um mochilão, erros acontecem e rumo que tem quase 3 semanas pela frente ainda.

9° Dia (Sharm el Sheikh e Eilat)
O revellion foi super tranquilo, alguns fogos e pronto, a vista do Mar Vermelho
Depois que cheguei em Eilat sabia que era melhor o revellion ali do que em Jerusalém, o clima na verdade não existe, simplesmente algumas poucas pessoas se cumprimentam e pronto, 2014 estava no ar. Já o trecho Sharm até Taba foi uma maravilha, a cada 30 minutos conferiam seu passaporte, no cruzamento de fronteira desta vez muitas perguntas, mas era ano novo e o tiozão até me desejou um happy new year.

10° Dia (Eilat e Jerusalém)
Jerusalém vista do Monte das Oliveiras, a cidade antiga cercada pelos seus muros e portões
Deixei Eilat as 10h e no calor do deserto rumo a Jerusalém, com sorte ganhei uma passagem de trem e achei um albergue bem do lado do portão Jaffa, depois de uma longa caminhada resolvi subir o Monte das Oliveiras para conseguir a vista desta foto acima, a panorâmica foi feita e já tenho o meu quadro. Mesmo com metade do dia dentro de um ônibus foi produtivo, mais uma passada no Muro das Lamentações e terminando com falafel, esse povo não tem mesmo o que comer.

11° Dia (Jerusalém)
O bairro dos Ortodoxos de Jerusalém
Hoje foi dia para visitar o museu do holocausto que ao contrário do que pensei, não tem um clima tão pesado assim, a entrada é de graça e com guia é possível passar várias horas. De volta ao centro da cidade andar por muitas ruas e ir ao bairro judeu, local que mantém as tradicionais até hoje. Os homens com seus cabelos e trajes originais, e mulheres que são identificadas por suas saias até o pé, existem placas avisando sobre andar com roupas inadequadas.
Final da tarde segui a Haifa, depois de ficar mais de 2 horas tentanto embarcar. Achei um guest house bem perto dos jardins, agora é curtir a cidade.

12° Dia (Haifa)
The Bahá'í Gardens em Haifa, vista sensacional
Dia de acordar e se matar subindo as ruas para o Monte Carmel aqui em Haifa, o que não subi em Tel Aviv, estou pagando os pecados em todas as demais cidades, o visual compensa muito. Volta pelo moderno centro da cidade e o melhor passeio até agora, o zoológico da cidade que é muito melhor do que no Brasil, não tem elefante, mas o lindo tigre branco, e muitos animais que é possível manter um contato mais próximo, bem cuidado com um preço de R$23. Amanhã é dia do descanso semanal e não sei exatamento o que irei fazer, o próximo passo é ir a Acre, agora acho que só no domingo.

13° Dia (Haifa e Akko)
Akko é mais uma das cidades que misturam o antigo e o novo, que pôr-do-sol
Mais uma volta em Haifa pela manhã sem muito sucesso devido ao sabbat, pela tarde conhecer a histórica cidade de Akko com cerca de 46 mil habitantes. Seu porto é um dos mais antigos do mundo, cercado pelo Mar Mediterrâneo, amanhã continua com a volta obrigatória para Haifa e seguir a Tiberias e o Mar da Galiléia onde segundo a bíblia Jesus pregou muitos de seus ensinamentos.

14° Dia (Tiberias)
Tiberias fica as margens do Mar da Galiléia
Dia de acordar em Akko, trem para Haifa, descobri como chegar em Tiberias. Perguntas e quando chego na cidade parece que ninguém quer me hospedar, sai na rua perguntando aonde tem um lugar barato para ficar, acaba achando um hostel com um monte de poloneses e um ucraniano no seu quarto... descobre que tudo na cidade é muito mais barato e dormir porque amanhã é dia de subir o Mar da Galiléa, Tiberias esta abaixo do nível do mar 211 metros.

15° Dia (Tiberíades)
Rio Jordão, local aonde Jesus Cristo teria sido batizado
Um dia frio e bastante tranquilo para conhecer dois lugares importantes para os cristãos, primeiramente a Igreja da Multiplicação dos pães e peixes em Tabgha, onde Jesus teria feito um dos seus milagres, o local é bem cuidado com mosaicos espalhados pelo chão. Em segundo lugar fui ao Rio Jordão, local conhecido pelo batismo feito por João Batista, neste lugar as pessoas renovam seus votos, a fé das pessoas é bem bacana de observar, não tive coragem de entrar pois estava muito frio.

16° Dia (Nazaré e Haifa)
Infelizmente não se consegue ver toda a Basilíca da Anunciação
Mais um dia com 3 trocas de cidade, sai cedo de Tiberias e foi confuso conseguir chegar em Nazaré, a tal papo, aqui não se pode confiar na primeira informação. A visita na cidade foi rápida pois a principal atração é a Basílica da Anunciação, impressora pelo seu inteiro impecável. Mais 2 ônibus para fazer uma distância curta e voltei para Haifa, desta vez de couchsurfing. Jardins e a bela vista do Monte Carmelo fecham mais um dia de viagem, amanhã é dia de aeroporto rumo a Budapeste.

17° Dia (Haifa)
A cupula da igreja Stella Maris em Haifa
Hoje meu dia vai voltar no tempo e termina em Budapeste na Hungria, amanhã o post muda de figura. Vou pisar pela primeira vez em solo europeu. Como é uma senhora enrolação embarcar aqui em Tel Aviv, fiz um dia bem tranquilo passeando pelo Monte Carmelo e visitando a igreja de Stella Maris. O restante foi suficiente para arrumar a mochila e seguir a longa maratona até o aeroporto, praticamente 2h para entrar até a sala de embarque, agora vai começar o embarque dos pobres, sem assentos marcados.

18° Dia (Budapeste)
A ponte Széchenyi Lánchíd que você não vai conseguir ler seu nome
Hoje foi impossível escolher somente uma foto, o dia começou com o vôo chegando de Tel Aviv a 1h e com uma agilidade impressionante eu já estava dentro de um busão circular muito louco. As 2h com mochila nas costas procurando uma hospedagem e achei no coração da cidade por 6 euros, andei por horas e horas e realmente Budapeste é muito mais bonita a noite, foi um dos dias mais cheios do mochilão, infelizmente mais um imprevisto que vou precisa ir embora daqui no sábado cedo, um dia a menos que o programado, a opção trem para domingo esta muito caro, 85 Euros para a Cracóvia. A primeira vista Budapeste tem ótimos preços para Brasileiros, sendo possível comer com menos de 10 reais e praticamente todos os atrativos são gratuitos.

18° Dia (Budapeste)

O segundo dia na capital começou com a subida no Gellert Hill de dia e a noite, lá em cima na Cidadela é possível visitar um preservado bunker da segunda guerra mundial. A melhor panorâmica da cidade é feita deste local, fui ao mercado, andei horas sem parar e continuo não entendendo como se paga passagem no transporte público. Dia de fazer compras e ver o sol pela primeira vez.

20° Dia (Budapeste)
O Buda Castel é o castelo histórico dos reis da Hungria
 
Este dia posso falar que foi o menos agradável das minhas viagens, as 4h da manhã fui abraçar a privada com ansia, diarréia e febre. Fiquei até umas 6h para melhorar e voltar a dormir, mesmo ruim segui para o Castelo de Buda que tinha programado para este último dia, na verdade eu esperava mais deste ponto turístico, mas enfim precisava conhecer. De volta para o albergue antes das 14h fui dormir e mal conseguia levantar da cama, no final acabei chamando meu seguro viagem que é super importante fazer. Parei no hospital para fazer uma série de exames e constatar que preciso visitar meu médico no Brasil, que por sinal não tenho um. Acabei voltando de busão para o albergue com a galera indo para a balada no centro.

21° Dia (Cracóvia)
Igreja de Virgem Maria ou Kosciol Mariacki, praça Stare Miasto.

Cheguei em casa mais de 1h e precisei arrumar a mochila e preparar a ida para a Cracóvia, o ônibus da Orange é bom e saiu no horário, o visual quando entra na Eslováquia é outro padrão, a neve cobria a estrada durante horas e na chegada em Cracóvia, só frio e um vento lazarento. Ainda estou sob efeito dos "toxicos" para melhorar, acabei dando apenas uma volta na praça central e direto para casa dormir, preciso estar bem pois amanhã será um grande dia, visita a Auschwitz.

22° Dia (Oswiecim)
Local por onde chegavam os trens com prisioneiros, o Auschwitz II
 
Auschwitz não é um ponto turístico, é possível conhecer o que foi o maior campo de concentração da segunda guerra mundial. Na verdade é bem difícil entrar em um lugar onde mais de 1,1 milhões de pessoas foram mortas sem explicação, a única coisa que os nazista falavam que sua raça era superior. A visita leva no mínimo 5 horas e super importante conhecer a história dos campos ou falar inglês, pois não existem placas em português.

23° Dia (Zakopane)
A fria Zakopane não é muito fácil de andar para os sem costume
 
Um lugar que não estava previsto, vantagens de fazer um mochilão. Localizada nas montanhas polonesas a cidade é conhecida por seus esportes de inverno, pequena tem uma boa estrutura para o turista. Fui por indicação de uma amiga que falou da neve, apesar de ver na Eslováquia não foi a mesma coisa. Valeu a pena sim conhecer o povo caipira da Polônia, final da tarde voltei a Cracóvia e sai com minhas novas amigas em bares, tomar chá, as coisas mudam bastante quando você tem problemas. Nunca pensei em ir tomar chá num bar, dia produtivo e esta acabando a viagem.

24° Dia (Cracóvia e Varsóvia)
Depois de achar que não ia ver neve, Varsóvia esta branca!
Exatamente o que iria fazer eu não sabia, acabei ficando mais uma manhã na Cracóvia e fiz minhas compras, de tarde Polski Bus com direito a tomada embaixo do banco segui e Varsóvia, chegando encontrei tudo branco. Acredito que com sorte vou finalmente ver neve cair em uma grande cidade, promessa de boas fotos e tombos com certeza, o buraco na minha bota não vai ajudar, então partiu colocar aquela fita e tampar, amanhã é quinta-feira e domingo começo a voltar a Brasil, que pena.

25° Dia (Varsóvia)
Visto de cima a braquinha Varsóvia
É preciso fazer um esforço grande para sair do calor de casa e ir para a rua, com 2 calças e meias fui conhecer o centro da cidade, muito gelo no chão dificultava mas não impedia de visitar o mirante da cidade, ele fica no prédio do ministério da cultura. Varsóvia não é uma cidade muito preparada para receber o turista, o mais mais importante é como sempre o centro história, mas com poucas opções para passar o tempo. Andei o dia inteiro e na volta para casa sai novamente para conversar português, a sorte minha foi encontrar as gurias que estão fazendo curso de português, saimos para tomar um chocolate quente a R$4,28, no Brasil no mínimo uns R$10 e no final da noite só cama quentinha mesmo.

26° Dia (Varsóvia)
Old City de Varsóvia, clima de natal com neve e decoração
Apesar do dia complicado devido a chuva e gelo fui ver alguma coisa na cidade, acabei achando o pequeno museu da antiga gestapo e o resto tudo muito branco, não foi muito produtivo o dia mas se sentindo em casa esta ótimo, só tenho a agradecer e muito as pessoas que me receberam em suas residências. As lojas fecham bem cedo durante o ano todo, então nada de sair para comprar coisas as 20h como eu fiz, fica a dica para quem for. Amanhã de volta a Israel.
  

27° Dia (Varsóvia e Jerusalém)
Falando português na Polônia
Acontece que hoje não visitei nada, acordei em Varsóvia, fui ao aeroporto e vou dormir em Jerusalém. Uma logística para invejar os brasileiros, com apenas 1 avião e 2 circulares troquei de país e não estou cansado, amanhã é o último dia antes de sofrer no avião para voltar. Chegou a hora de fazer compras na cidade antiga e curtir um pouco mais deste lugar que é um mix cultural enorme.

28° Dia (Jerusalém e Tel Aviv)
Fim de viagem, terminar com a capital do mundo, Jerusalém
Estou escrevendo em janeiro mas é impossível esquecer. Acordar cedo e subir novamente o Monte da Oliveiras para a panorâmica da cidade, logo depois encarar as compras na cidade antiga e claro, bastante conversar com os árabes, que começam o preço geralmente no dobro. Algumas horas foram suficientes para comprar caneca, imãs e algumas camisetas. Na noite volta para Tel Aviv e a já esperada enrolação no aeroporto, no tempo total menos de 1 hora para entrar até a sala de embarque, curioso mesmo foi o fiscal de alfândega perguntar aonde eu morava afinal de contas, visto que havia saído 3 vezes de Israel, mais tranquilo segui para embarcar rumo a São Paulo.

29° Dia (Viagem até Guarulhos)
O não tão confiável Boeing 787 da Ethiopian
O vôo de Tel Aviv para Addis Ababa foi tudo tranquilo, na conexão tive direito a refeição por parte da companhia aérea (pensa se um dia irão fazer no Brasil), 1 hora de atraso segui para embarcar no Boeing 787 com um monte de Brasileiro, já fiz novos amigos e o avião partiu para Lomé no Togo. Chegando lá a previsão era 1 hora em solo, acontece que o avião teve problema e foram 3 horas parado, a explicação do comandante era problemas elétricos, na hora eu lembrei que um 787 da Ethiopian deu uma leve chamuscada em Londres meses atrás, sem internet eu não poderia confirmar se era o avião que estava, decolado para o Rio e 7 horas depois o avião apresentou novo problema, mais 3 horas parado e a galera torrando lá dentro sem ar-condicionado. Agora sim eu confirmei que era aquele avião que pegou um fogo, dúvida? Clique aqui. A 1h15 chego em Guarulhos, cansado.

30° Dia (Viagem até Curitiba)
De volta para casa, com toda a bagagem desta vez
Desta vez minha bagagem chegou sem ir passear em outro país, uma espera de algumas horas em Guarulhos, com direito a comer panetone sem faca na sala de embarque. Muita coisa aconteceu, de bom e ruim, não tem preço fazer algo assim, em breve aqui no blog relato, planilhas de custos, fotos e vídeos é claro.

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