terça-feira, 10 de julho de 2018

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RÚSSIA - Relato de Viagem Transiberiana (Vladivostok até Novosibirsk)



Sempre tive a vontade de fazer esta viagem e surgiu quando fui para o sudeste asiático, quase desisti por alguns problemas durante os 6 meses que estive viajando pelo continente, com um bom planejamento tudo deu certo. Fiz o roteiro pouco comum para os mochileiros, iniciando em Vladivostok, que no caso é a última parada para a grande maioria. Também não fiz nenhum outro país, já que a transiberiana é o nome da ferrovia que cruza a Rússia, existem outras rotas que falo no GUIA COMPLETO DA TRANSIBERIANA. Acesse para tirar todas as suas dúvidas, aqui eu conto com foi esta viagem de praticamente 2 meses.
Nesta primeira parte vou incluir as cidades de Vladivostok, Khabarovsk, Chita, Ulan-Ude, Irkutsk e Novosibirsk.

Quando: Março e Abril de 2018
Dias: 58
Noites em Hostel: 1
Viagens Noturnas: 6
Couchsurfing: 51
Valor Gasto em Real: R$2162,94 ($675,92)
Média Diária em Real: R$37,29 ($11,65)

SEM AÉREOS DE CHEGADA E SAÍDA DO PAÍS
Planilha com todos os gastos:
https://goo.gl/JtTho9
Meus Vídeos no Youtube: LINK AQUI

ROTA
Vladivostok – Khabarovsk (13h48 de viagem – R$ 84,68)
Khabarovsk  – Chita (42h10 de viagem – R$ 211,76)
Chita – Ulan-Ude (10h27 de viagem – R$ 50,66)
Ulan-Ude – Irkutsk (06h43 de viagem – R$ 46,14)
Irkutsk – Novosibirsk (32h11 de viagem – R$ 103,81)
Novosibirsk  – Omsk (08h36 de viagem – R$ 52,94)
Omsk – Tyumen (07h48 de viagem – R$ 49,78)
Tyumen  –
Ecaterimburgo (05h27 de viagem – R$ 36,31)
Ecaterimburgo – Vladimir (25h31 de viagem – R$ 94,65)
Vladimir – Moscou (01h42 de viagem – R$ 12,91)
Moscou – São Petersburgo (11h35 de viagem – R$ 52,04)
São Petersburgo – Kaliningrado (01h35 de viagem (avião) – R$ 180,77) 

VLADIVOSTOK (3 DIAS)

Como eu cheguei até a Rússia é outro assunto, hoje você vai assistir um relato de como foi viagem durante 58 dias no maior do país do mundo.
Voo da Coreia do Sul direto para Vladivostok, pousei em um dia com sol e temperatura por volta de 1 grau, inesperado para 4 de março. Para sair do aeroporto nada de táxi pois isto é coisa para turista, um mini bus me levou direto para a estação de trem onde meu primeiro anfitrião estava me esperando, Vladivostok fiquei 3 noites e foi o suficiente para ver o que a cidade tinha para oferecer e claro conhecer pessoas, a Rússia ficou marcada por isto, dúvida?
Meu anfitrião não é a pessoa mais simpática do mundo, mas logo no primeiro dia conheci Ana que falava espanhol, japonês e russo é claro, nada de inglês. Ela trabalha em uma multinacional japonesa e dá aulas de espanhol, a explicação é meio lógica, Vladivostok fica do lado do Japão e existem muitas empresas e carros japoneses circulando em toda a Sibéria inclusive até Irkutsk, falo isso pois a direção dos carros fica na direita. Ana me levou a uma fortaleza antiga que defendia a cidade até 1991, não tenho imagens pois praticamente congelei naquela noite com temperaturas próximas dos -20 e um vento assustador.
No outro dia começou muito bem com Elena, uma pessoa divertida demais que fomos andar sobre o mar congelado, lembrando que fui viajar no final do inverno, o que não significa calor na Rússia.
Foi um dia muito especial praticamente me avisando do que seria esta viagem, teve comida mexicana, restaurante fino, chocolate com sal e claro mais uma amizade.

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Uma das novas pontes, Vladivostok estava fechada ao turismo até 1991
 
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Elena foi uma das novas amigas da Rússia, mais uma que ama o Brasil
 
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O mar congelado junto com o inverno Russo

A estação de trem de Vladivostok tem a icônica placa com o número 9288, significa a distância de trem até Moscou, mas eu não segui exatamente a rota da transiberiana, antes do momento do embarque fui com o Leo ver o farol do mar congelado e aquele local parece cena de filme.

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A placa com 9288 km até Moscou
 
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O farol que serve para guiar embarcações

Primeiro destino definido, Khabarovsk fica a 14h48 de Vladivostok e as por volta das 5 da tarde embarquei com neve para a minha primeira jornada na Rússia, foi curta se comparar com o que vinha pela frente. Logo do inicio da viagem presenciei uma das cenas mais bonitas da minha vida, uma senhora de dentro do trem despedindo-se de seus parentes e assim começou a vida nos trens russos. Vagão novo e foi bem vazio, mas esta maravilha não seria frequente depois de algumas viagens. 

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Submarino S-56 utilizado em guerra, hoje é um museu
 
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O vagão da terceira classe, a platzkart
 
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Ainda na estação uma das placas mais esperadas da minha vida
 
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Na praça central tem o Monumento aos combatentes pelo poder soviético

KHABAROVSK (2 DIAS)

Quando cheguei em Khabarovsk por volta das 7 da manhã eu tinha entrado em um freezer, a temperatura batia os -19 no celular, mas a sensação era perto de -30. Sem problemas para um mochileiro de verdade e bem informado fui pegar o bonde.
Lá conheci Yana e seu atual namorado (prefiro não citar o nome), vai que ela muda de namorado, e pense em uma menina querida. Mesmo não falando um inglês perfeito conseguimos nos comunicar muito bem, fiquei 2 noites da cidade onde conheci claro igrejas impressionantes e muita neve, confesso que fiquei impressionado com a diferença para a Europa. A temperatura ficava entre -9 e -20 graus, foi um pouco complicado ficar andando pela cidade.

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Yana foi uma das melhores pessoas que conheci durante a viagem
 
De atrativos turísticos não tem praticamente nada, mas minha estadia foi a melhor possível, Yana me deu uma meia de presente pois eu não conseguia achar uma boa para comprar, e cozinhou ovos para levar na minha próxima e longa jornada até Chita, ela toda preocupada se eu não estava passando frio. 

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A Catedral da Transfiguração é a terceira mais alta do país
 
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A Catedral de Assunção
 
No outro dia pela manhã nós 3 seguimos até a estação de trem, e eles me deixaram na porta do meu vagão, onde o destino agora era Chita, 42 horas de viagem, as coisas na Rússia são longe mesmo, especialmente no lado oriental.
Antes que você pergunte o que aconteceu no trem durante toda a jornada transiberiana é o seguinte, as pessoas comem, dormem, conversam e é isto, se você não fala Russo pode esquecer que vai conseguir interagir, e olha que a próxima história você vai gostar.
Não foi uma viagem ruim apesar do tempo dentro de um trem, algumas paradas maiores servem para esticar as pernas e por que não utilizar o banheiro público.

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Se você acha que estava frio nas fotos, imagina ao vivo
 
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Ficar em casa é coisa para os fracos
 
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Um dos sobrevivente do frio russo

CHITA (2 DIAS)
 
Quando falei que tudo é longe acredito, embarquei em Khabarovsk para 42 horas viajando até Chita, longe de verdade. A paisagem se resumiu a muito frio, por sorte algumas paradas acima de 15 minutos e em uma delas precisei utilizar o banheiro público, congelando a bunda para mandar o número 2, é possível fazer dentro do trem mas nada confortável. Lá fui com frio perto de -20 fazer em uma casinha de madeira sem nenhuma cara de banheiro.
Foi a coisa mais emocionante que aconteceu em todo o trajeto, o trem estava bem vazio pois ainda era inverno e como são cidades nada turísticas só eu perdido por aquelas bandas, durante o verão deve estar mais cheio de Russos viajando para visitar amigos e familiares, foi bom pois tive mais conforto durante a viagem.

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Pôr-do-sol durante a viagem de 42 horas até Chita
 
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Uma das paradas na longa jornada para Chita
 
Eu tinha um plano para Chita, chegar 4h40 da manhã e esperar até as 6 horas pois tinha um sofá me esperando, ao mesmo tempo para a minha surpresa quando desci do trem encontrei Marina, ela tinha me oferecido sua casa mas não tinha confirmado nada, então imaginei que ela tinha esquecido ou algo parecido, rapidamente mandei mensagem cancelando com a outra pessoa e segui para casa este horário.
Agora se lembre o que comentei pouco tempo atrás, a Marina não falava inglês, e utilizava o tradutor para expressões simples, ali eu pensei, será que vai ser legal?
Ela é mãe de 2 filhos e tem uma vida agitada, mesmo assim arrumou espaço na sua agenda para sair comigo. Ainda mais curioso que sua mãe mandou mensagem para mim no couchsurfing, também chamada Marina, deu para entender? Resumo que o primeiro dia conheci a cidade onde não existe muita coisa fora uma igreja, casas antigas de madeira o que não deixa de ser curioso. Durante a noite fomos jantar em um restaurante bacana onde para variar no menu nada de inglês.
 
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As Marinas congelando comigo
 
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Museu de guerra
 
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Ao lado do museu de guerra tem mais um memorial
 
No outro dia encontrei a Marina durante a tarde para comer o melhor doner kebab de Chita a noite tive uma experiência muito legal, ela me levou para uma floresta onde existe uma torneira vamos falar assim com água potável enriquecida com sais minerais, segundo ela tem vários poderes medicinais. O gosto não é exatamente de água, neste mesmo lugar com temperaturas congelantes foi hora de brincar de deslizar na neve com seu filho pequeno, por volta de 3 anos e sua mãe. É até difícil de explicar como foi divertido, mesmo sem estar falando a mesma língua, em nenhum momento foi estranho pois a Marina tentava se expressar da melhor maneira possível.
Fiquei 2 dias inteiros e 3 noites pois tinha que seguir meu rumo até Ulan-Ude e mais uma vez ela me levou até a estação de trem, fez questão de me presentear com 2 litros desta água e eu mesmo sem espaço para carregar dei meu jeito, o trecho seguinte foi para Ulan-Ude que fica a apenas 9 horas de Chita.
 
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No meio da floresta para buscar água
 
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Catedral de Kazan em Chita
 
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Alguns dos tradicionais ônibus da região
 
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A Praça Lenin como em toda cidade Russa

ULAN-UDE (2 DIAS)
 
O trecho de 10h27 até chegar em Ulan-Ude foi um dos mais bonitos da transiberiana, passando por inúmeros vilarejos em uma região ainda desconhecida para os turistas, até aquele momento conseguia viajar em bons lugares no trem a um preço baixo, logo tudo iria mudar pela proximidade do lago baikal. Nesta viagem acho que consegui sentir de verdade a essência de uma transiberiana. 

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Passando por pequenas cidades no caminho
 
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Em muitos momentos consegui ver um pedaço da composição

Cheguei no final da tarde e o primeiro desafio foi andar naqueles ônibus apertados em horário de pico para chegar em casa, fui recebido por um casal bem jovem com um neném bem lindo. Casa bem simples mesmo e totalmente com cara de Sibéria, ficava uns 30 minutos do centro de Ulan-Ude.
O povo por estes lados são curiosos para conhecer estrangeiros, Ulan-Ude é um dos pontos de parada para quem segue a Mongólia vindo de Moscou, mas meu caso foi ao contrário.
Minha anfitriã tinha uma amiga que queria me conhecer e no outro dia a conheci, uma menina que tem um sonho simples, conhecer o Brasil mas para ela é algo bastante distante de acontecer. Inglês praticamente zero e algumas palavras em português conseguimos nos comunicar, de quebra ganhei um city-tour pela cidade.
 
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Angelina tem o sonho de viajar para o Brasil
 
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Uma das construções de madeira
 
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Bela igreja de madeira
 
Ulan-Ude não tem nada turístico para os ocidentais, uma enorme cabeça do Lenin é o destaque, alguns teatros e casas de madeira no centro da cidade trazem um olhar diferente. Meus planos foram ficar apenas 2 dias antes de seguir a Irkutsk e assim o fiz, dormi 3 noites e de manhã com bastante frio embarquei em uma viagem curta passando pelo congelado Lago Baikal, eu não visitei o lago, portanto nem adianta perguntar nada sobre ele, como estava tudo congelado não achei interessante para a minha viagem.
 
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Centro da cidade de Ulan-Ude
 
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A maior cabeça do Lenin na Rússia

IRKUTSK (5 DIAS)

A viagem para Irkutsk saindo de Ulan-Ude contorna boa parte do lago baikal que claro estava congelado, por isto decidi não visitar desta vez, as fotos são bonitas mas eu estava querendo ver água. A paisagem é bonita com muita neve durante todo o trajeto que fiz no final de março. A cidade de Irkutsk serve de base para quem visita o lago, mas não é a melhor opção, hospedagem perto do lago é mais cara. 

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No caminho para Irkutsk existem várias pequenas cidades
 
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Minha amiga gatinha

Mesmo que eu não tenha visitado o lago Baikal, a paisagem no caminho para Irkutsk foi uma das mais bonitas na transiberiana. Na cidade fiquei 5 dias em duas casas diferentes, a primeira foi com a Natalia que é atriz, inclusive fui assistir uma peça de fantoches no domingo cedo, sem entender muita coisa por ser tudo em Russo (óbvio), engraçado que as crianças se comportaram muito bem.
A outra casa que fiquei foi com a Ludmila que participa de um grupo de capoeira na cidade, sim existe um Brasileiro da Bahia (a vá) que ensina a dança para os Russos, novamente com inglês praticamente conseguimos nos virar.
 
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Centro de Irkutsk
 
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Catedral da Epifania

Esta região é bem pobre para o turismo, mas aconteceu algo muito bom, achei cheburek, espécie de um pastel russo bem parecido com o brasileiro, o preço varia mas comi um bem grande por 62 Rublos (1 Dólar). Irkutsk tem belas igrejas perto do rio, inclusive uma catedral polonesa, coisa rara na região.
Como tive tempo cortei meu cabelo e serviço é caro, me custou 350 Rublos (6,14 Dólares), tudo na base da mímica e fotos no instagram para mostrar como queria, inglês em praticamente todo o país é algo raro, igual no Brasil. Foi em Irkutsk que fiquei minha única noite em hostel, barato neste caso pois paguei 300 Rublos (5,26 Dólares), a filha da mulher que fiquei as duas primeiras noites era muito chata e decidi ir dormir no hostel pois tinha combinado com a Ludmila somente no outro dia. Nem pense que será fácil achar algumas casas na Rússia, eles tem o péssimo costume de passar o endereço pela metade achando que é moleza encontrar. Minha dica é olhar com atenção e pedir completo e ainda olhar no google street view, acredite mas é um dos desafios ao ficar em couchsurfing, os blocos de apartamento são enormes, parecidos e a noite complica.
 
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Cheburek na parte de cima, pastel para matar o desejo

Gastei um bom tempo na cidade onde descansei antes de viajar para Novosibirsk, que fica a 32 horas de trem, acabei desistindo de parar em Krasnoyarsk pois vi que para mim seria uma cidade sem graça, espero voltar um dia para conferir ela. A passagem saiu 1608 Rublos (28 Dólares).

NOVOSIBIRSK (4 DIAS)

As 32 horas de trem até chegar na cidade foram bem tranquilas, já estava bem acostumado a dormir nos trens da terceira classe, cheguei por volta da meia noite da cidade e tudo começou a dar errado. Minha internet parou de funcionar para chamar um Uber, fui perguntar quanto custa para um taxista (só para ver mesmo), ele falou 500 Rublos (9 Dólares) para uma corrida de 3,5km, junto veio a vontade de cagar (isso mesmo), fazia bastante frio na cidade para andar até em casa. Achei um wifi chamei o Uber mas nem reparei que era impossível o carro chegar até a estação, cancelei, estudei a região e chamei outro Uber que parou na rua de cima, o cara não me achava e claro que no final tudo deu certo, achar o apartamento até que foi tranquilo, se não fosse o sabão que estava o chão.
Chegar em casa e tomar um chá quentinho foi a recompensa, a minha nova amiga Svetlana é uma mulher muito querida, seu flat muito aconchegante também, desta vez tinha cama, mesa para produzir vídeos e escrever.
Novosibirsk significa nova Sibéria, a cidade é bastante nova fundada em 1893, justamente por estar na rota da construção da ferrovia, além de ser totalmente plana. A minha curiosidade foi visitar um museu de trens, se eu amo trem nada melhor que conhecer alguns clássicos soviéticos. 

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Réplica de um dos primeiros trens Russos
 
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Locomotiva dos anos 80
 
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Locomotiva dos anos 50
 
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Por dentro de um vagão de passageiros antigo

Nem pense que foi fácil chegar lá, na teoria era mas passei reto do ponto, nevava forte e difícil se encontrar, por sorte achei uma estação de trem que ficava uns 5 km além do museu. A comunicação na Rússia é simples, aprenda a falar o nome do lugar que você deseja ir, sério é a fórmula do sucesso.
O museu é sensacional para os amantes de trens, custou 300 Rublos (5,26 Dólares). É um espaço aberto com locomotivas desde 1935, ou o primeiro trem rápido que ligava Moscou a São Petersburgo em 1992. Além de vagões especiais com enfermaria ou prisão. Me senti no passado no meio de tantos vagões e locomotivas históricas, mas a neve estava complicando as gravações. 

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Minha anfitriã na cidade
 
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Teatro de ópera e balé de Novosibirsk
 
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Catedral St. Alexander Nevsky's 
 
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Capela de São Nicolas

Fiquei 4 dias no total mais pela minha anfitriã mesmo, Novosibirsk é nova e ponto de parada aos que cruzam toda a transiberiana, mas não vale a pena se você tiver pouco tempo. Minha próxima cidade foi Omsk.

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